segunda-feira, 21 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Espetacular site da Torre Eiffel
Depois de carregar a imagem, coloque o ponteiro do mouse na imagem e mova-o.
O efeito é fantástico!
Depois clique na janela pequena do lado direito superior. Você estará na Torre olhando a cidade.
Clique no site abaixo e se sinta pertinho da Torre Eiffel.
http://www.photojpl.com/tour/08toureiffel/08toureiffel.html
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terça-feira, 15 de setembro de 2009
Hotelaria: o preço tornou-se o primeiro critério de escolha
Para a maioria dos turistas, o preço do quarto é o principal elemento a ser considerado para a reserva de hotel,muito antes do descritivo do estabelecimento.É o resultado da pesquisa ,realizada pela empresa Coach Omnium a pedido do Comitê para a Modernização da Hotelaria Francesa através de entrevistas presenciais com uma amostra representativa da clientela hoteleira de 1.001 clientes de hotéis franceses e estrangeiros, em maio de 2009.
75% dos turistas “ laser” colocam o preço em primeiro lugar quando escolhem um hotel. Eles eram somente 39% em 2005.70% dos turistas de negócios adotam esse mesmo critério contra somente 26% em 2005.
“Quando fazem pela primeira vez reserva em um hotel , 74 % dos hóspedess afirmam que a informação sobre a tarifa vem primeiro lugar seguida da localização do estabelecimento e bem antes de seu descritivo” explica a Coach Omnium em seu estudo.
Os internautas (71%) citam também o critério preço como o primeiro fator determinante para a escolha de um hotel. A pesquisa acrescenta aliás que o uso da Internet criou nos clientes a consciência que é importante comparar os preços.
84 % dos clientes de hotéis franceses e estrangeiros utilizam a Internet para organizar sua estadia.
sábado, 12 de setembro de 2009
A crise faz sofrer o turismo em Paris
A Cidade Luz continua a ser a mais visitada no mundo, embora esteja sofrendo com a crise econômica.
A capital francesa teria pedido seu poder de sedução? Turistas são cada vez menos vistos nas ruas da cidade. « Verificamos uma queda de 10% de visitantes desde o início do ano », informa Paul Roll, diretor geral do escritório do turismo e congressos de Paris. Principais ausentes:americanos,britânicos e japoneses.A crise modificou também os hábitos dos turistas : « As viagens são mais curtas e eles gastam menos », salienta Jean-Bernard Bros, Secretários Municipal de Turismo.Fim das compras,de hospedagens em hotéis de luxo e ida a restaurantes gastronômicos !... Prevê-se uma queda de 20 % em 2009.
A capital francesa teria pedido seu poder de sedução? Turistas são cada vez menos vistos nas ruas da cidade. « Verificamos uma queda de 10% de visitantes desde o início do ano », informa Paul Roll, diretor geral do escritório do turismo e congressos de Paris. Principais ausentes:americanos,britânicos e japoneses.A crise modificou também os hábitos dos turistas : « As viagens são mais curtas e eles gastam menos », salienta Jean-Bernard Bros, Secretários Municipal de Turismo.Fim das compras,de hospedagens em hotéis de luxo e ida a restaurantes gastronômicos !... Prevê-se uma queda de 20 % em 2009.
La tour Eiffel oscila Passagem obrigatória para o turista em Paris, a torre Eiffel e o Louvre estão sendo boicotados desde janeiro,principalmente pelos americanos e europeus, que até então constituíam a maioria dos visitantes. O palácio de Versalhes tem resistido mais. Após um início de ano parado, ele recuperou suas levas habituais de turistas com um aumento de mais de 40 % em relação ao ano anterior.
Mickey treme. O maior parque de atrações da Europa continua seduzindo. No primeiro semestre,a Euro Disney teve 100 000 visitas a mais que em 2008. Mas nem tudo são rosas no mundo de Mickey. A baixa do número de visitantes ingleses e espanhóis em proveito de um público da vizinhança,principalmente francês e belga, provocou a diminuição da taxa de ocupação dos hotéis.As vendas de souvenirs et de comida também diminuíram ligeiramente em relação ao ano passado. Apesar das inúmeras ofertas promocionais e as novas atrações criadas para enfrentar a crise, a arrecadação do parque sofreu uma queda de 4 %.
Grandes hotéis em depressão. Os grandes hotéis parisienses também foram atingidos. Desde janeiro o Plaza Athénée assistiu a queda de 12 % em sua atividade em relação a 2008. Uma baixa verificada pela deserção das fortunas do Oriente Médio.A temperatura não está melhor no Crillon e Jean-Claude Messant, seu diretor,fala de um início de ano « trabalhoso», apesar da ocupação observada no mês de abril,que recuperou 2 pontos, graças ao retorno dos americanos e dos europeus,principalmente dos russos. Os hotéis três e quatro estrelas da capital sofrem também e apontam uma baixa do número de hóspedes de 18 % comparado ao de 2008.
Vuitton mantem posição. A famosa grife francesa está sendo até agora poupada da crise. A visite de suas principais lojas, na Champs-Elysées e avenue Montaigne,continua sendo um must dos programas turísticos. Os japoneses, seguidos de perto pelos Chineses,continuam fãs da marca. Vuitton chegou até a ter um ligeiro aumento de suas vendas junto aos novos clientes vindos de país emergentes. Única queda observada: a clientela americana, afetada pela queda do dólar,está mais tímida.
Primavera fresca. Mais que as ofertas,foi sobretudo a epidemia da gripe H1N1 que pesou na frequência da célebre loja do boulevard Haussmann. Várias operadoras japonesas cancelaram viagens .A marca registrou mesmo assim uma alta de arrecadação, graças a uma renda média mais elevada.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
La Nouvelle Epicerie
Il y a une nouvelle épicerie terrible qui s'est ouverte pas très loin de chez nous dans le quartier, et maman m'a emmené faire des courses avec elle, parce qu'elle dit qu'elle ne voulait plus me laisser seul à la maison, que je faisais toujours des bêtises, comme si c'était de ma faute qu'à cause de la grosse étincelle de mon train électrique il n'y avait plus eu de lumière chez M. Blédurt, qui avait des invités et qui, après, s'est disputé avec papa. M. Blédurt, c'est un voisin qui ne nous parle plus.
Nous sommes allés en auto à l'épicerie, parce que maman conduit l'auto de papa, maintenant. C'est papa qui a commencé à apprendre à conduire à maman, et moi je n'aimais pas tellement ça, parce qu'après chaque leçon maman pleurait et disait qu'elle allait retourner chez sa maman, qui est ma mémé. Mais après, maman est allée dans une école et elle l'a eu, son permis. Et elle a été drôlement courageuse, ma maman, parce que maintenant, il paraît, il faut passer quatre examens pour l'avoir, le permis de conduire. Chaque fois que maman lui demande de lui prêter la voiture, papa, pour rire, dit que non, mais après la discussion, il est toujours d'accord. Quand nous sommes arrivés devant l'épicerie, on a eu de la chance, parce qu'il y avait un gros camion qui est parti, et qui a laissé juste la place qu'il nous fallait pour nous garer; et nous sommes entrés dans l'épicerie.
Elle est formidable, la nouvelle épicerie! Grande comme tout, avec des tas et des tas de lumières, et une radio qu'on ne voit pas, mais qui vous dit tout le temps ce qu'il faut acheter. Et puis, plus chouette que tout, à l'entrée, on vous donne un chariot pour mettre dedans les choses qu'on achète:
- Oh! dis, maman, j'ai demandé, tu me laisses pousser le chariot?
- Oui, mais sois sage, m'a dit maman.
Il roulait drôlement bien, le chariot; si on en avait des comme ça pendant la récré, qu'est-ce qu'on rigolerait! et puis, on pourrait jouer aux avions et ratatatatat!
- Nicolas! Tais-toi! m'a dit maman.
Alors, j'ai cessé de faire la mitrailleuse, et nous avons commencé à marcher dans l'épicerie; il y a comme des couloirs entre les tas de choses à manger. Mais il n'y a pas de vendeurs: on peut prendre ce qu'on veut, ce qui est vraiment une bonne idée. Parce qu'il y en a des choses! je n'ai jamais vu autant de boîtes de cassoulet, même chez Alceste, et pourtant, chez Alceste, on aime bien le cassoulet!
Maman était en train de regarder des choses qui étaient dans une espèce de glacière; il y avait une pancarte qui expliquait que ces choses se réchauffent et qu'elles sont très bonnes, un peu comme le ragoût que fait maman, et après on en mange pendant des jours, et à la fin, papa, pour rire, dit qu'il va retourner chez pépé si on lui en sert encore. Et puis, j'ai vu un type, grand comme moi, à peu près, qui était là, seul, avec un chariot, lui aussi, mais avec plein de choses dedans. Je me suis approché de lui, et il m'a dit:
- On fait une course, vroum?
- Bon, j'ai dit, jusqu'aux bouteilles, là-bas.
Et on a commencé à courir dans le couloir, mais moi, je crois qu'il l'a fait exprès, bing! son chariot a accroché le mien. Je ne lui ai pas donné une baffe, parce que maman m'avait dit d'être sage, mais je suis parti; il n'y a qu'avec les copains de l'école qu'on peut vraiment jouer. L'ennui, c'est qu'une roue du chariot était un peu tordue, à cause de cet imbécile, et une dame habillée en blanc est venue, elle m'a pris par le bras et elle m'a dit que ma maman me cherchait partout. Alors, je suis allé avec elle, et elle m'a amené devant une dame que je ne connaissais pas.
- Mais non, a dit la dame que je ne connaissais pas, ce n'est pas celui-là! C'est un petit rouquin avec des… Tenez! le voilà, là-bas!
Et la dame que je ne connaissais pas est allée vers le type avec qui j'avais fait la course, et le type, il l'a eue, sa baffe! Et puis, maman est arrivée, et elle a dit:
- Te voilà! Je t'avais pourtant bien dit de ne pas te sauver! Tu verras à la maison, tu ne perds rien pour attendre!
Et puis maman n'a plus voulu que je pousse le chariot, et c'est elle qui a conduit.
- Eh bien, elle a dit, il roule vraiment mal, ce chariot! Pour un magasin tout neuf, donner des chariots avec des roues tordues… Enfin!
Et puis, j'ai suivi maman dans les couloirs, et elle choisissait des choses et elle les mettait dans le chariot. Alors moi, pour que maman ne soit pas plus fâchée contre moi - ça me fait toujours une peine terrible quand maman est fâchée contre moi - j'ai décidé de l'aider et de lui faire une surprise. Alors, pendant que maman était occupée, moi aussi je mettais des tas de bonnes choses dans le chariot. Et puis, maman a dit qu'il se faisait tard et qu'on allait rentrer. Ce que je ne savais pas, c'est qu'avant de sortir, on passe devant un monsieur qui est assis derrière une caisse, qui sort du chariot toutes les choses, pour les mettre sur un comptoir, et qui fait payer. Ça, c'est pas très chouette comme truc; ils pourraient prévenir. Et puis, bien sûr, ça a fait des histoires, parce que maman a dit qu'elle n'avait pas acheté tout ça et qu'elle ne savait pas comment c'était venu dans son chariot. Et puis, elle m'a regardé avec des gros yeux, et moi je me suis mis à pleurer et j'ai dit que, comme il n'y avait pas de vendeurs, je ne savais pas qu'il fallait payer. Le monsieur à la caisse a fait un sourire, il a dit que «Bon ça va», et maman a choisi ce qu'elle voulait garder. Elle a dû se dépêcher un peu, maman, parce que les gens derrière nous commençaient à se plaindre et à dire qu'ils étaient pressés. Nous sommes sortis du magasin et j'ai vu qu'il y avait des hommes en blanc qui regardaient la roue du chariot et qui nous regardaient après. Mais ils n'ont rien dit.
Maman, elle avait l'air un peu nerveuse en entrant dans l'auto de papa; c'est pour ça, sans doute, qu'elle a eu cet accrochage avec l'autre dame qui attendait qu'on s'en aille pour se garer. Mais ce n'était pas de la faute de maman; elle avait bien mis le clignotant pour montrer qu'elle allait faire une marche arrière. À la maison, maman a été très gentille, et elle ne m'a pas grondé du tout. Mais quand papa est arrivé, elle lui a dit:
- Chéri, nous avons eu un petit accident.
J'ai eu peur qu'elle raconte à papa le coup de la roue du chariot, mais non, c'était seulement pour parler de l'auto. Et pendant que papa et maman discutaient, je me suis dit que la grande épicerie, c'est drôlement chouette! Mais moi, quand même, je préfère l'épicerie du coin. Il n'y a pas de chariots, dans l'épicerie du coin; de toute façon, il n'y aurait pas de place; mais chaque fois que j'y vais, M. Compani me donne des biscuits. Les cassés, au fond de la boîte, mais qui sont encore très bons.
Nous sommes allés en auto à l'épicerie, parce que maman conduit l'auto de papa, maintenant. C'est papa qui a commencé à apprendre à conduire à maman, et moi je n'aimais pas tellement ça, parce qu'après chaque leçon maman pleurait et disait qu'elle allait retourner chez sa maman, qui est ma mémé. Mais après, maman est allée dans une école et elle l'a eu, son permis. Et elle a été drôlement courageuse, ma maman, parce que maintenant, il paraît, il faut passer quatre examens pour l'avoir, le permis de conduire. Chaque fois que maman lui demande de lui prêter la voiture, papa, pour rire, dit que non, mais après la discussion, il est toujours d'accord. Quand nous sommes arrivés devant l'épicerie, on a eu de la chance, parce qu'il y avait un gros camion qui est parti, et qui a laissé juste la place qu'il nous fallait pour nous garer; et nous sommes entrés dans l'épicerie.
Elle est formidable, la nouvelle épicerie! Grande comme tout, avec des tas et des tas de lumières, et une radio qu'on ne voit pas, mais qui vous dit tout le temps ce qu'il faut acheter. Et puis, plus chouette que tout, à l'entrée, on vous donne un chariot pour mettre dedans les choses qu'on achète:
- Oh! dis, maman, j'ai demandé, tu me laisses pousser le chariot?
- Oui, mais sois sage, m'a dit maman.
Il roulait drôlement bien, le chariot; si on en avait des comme ça pendant la récré, qu'est-ce qu'on rigolerait! et puis, on pourrait jouer aux avions et ratatatatat!
- Nicolas! Tais-toi! m'a dit maman.
Alors, j'ai cessé de faire la mitrailleuse, et nous avons commencé à marcher dans l'épicerie; il y a comme des couloirs entre les tas de choses à manger. Mais il n'y a pas de vendeurs: on peut prendre ce qu'on veut, ce qui est vraiment une bonne idée. Parce qu'il y en a des choses! je n'ai jamais vu autant de boîtes de cassoulet, même chez Alceste, et pourtant, chez Alceste, on aime bien le cassoulet!
Maman était en train de regarder des choses qui étaient dans une espèce de glacière; il y avait une pancarte qui expliquait que ces choses se réchauffent et qu'elles sont très bonnes, un peu comme le ragoût que fait maman, et après on en mange pendant des jours, et à la fin, papa, pour rire, dit qu'il va retourner chez pépé si on lui en sert encore. Et puis, j'ai vu un type, grand comme moi, à peu près, qui était là, seul, avec un chariot, lui aussi, mais avec plein de choses dedans. Je me suis approché de lui, et il m'a dit:
- On fait une course, vroum?
- Bon, j'ai dit, jusqu'aux bouteilles, là-bas.
Et on a commencé à courir dans le couloir, mais moi, je crois qu'il l'a fait exprès, bing! son chariot a accroché le mien. Je ne lui ai pas donné une baffe, parce que maman m'avait dit d'être sage, mais je suis parti; il n'y a qu'avec les copains de l'école qu'on peut vraiment jouer. L'ennui, c'est qu'une roue du chariot était un peu tordue, à cause de cet imbécile, et une dame habillée en blanc est venue, elle m'a pris par le bras et elle m'a dit que ma maman me cherchait partout. Alors, je suis allé avec elle, et elle m'a amené devant une dame que je ne connaissais pas.
- Mais non, a dit la dame que je ne connaissais pas, ce n'est pas celui-là! C'est un petit rouquin avec des… Tenez! le voilà, là-bas!
Et la dame que je ne connaissais pas est allée vers le type avec qui j'avais fait la course, et le type, il l'a eue, sa baffe! Et puis, maman est arrivée, et elle a dit:
- Te voilà! Je t'avais pourtant bien dit de ne pas te sauver! Tu verras à la maison, tu ne perds rien pour attendre!
Et puis maman n'a plus voulu que je pousse le chariot, et c'est elle qui a conduit.
- Eh bien, elle a dit, il roule vraiment mal, ce chariot! Pour un magasin tout neuf, donner des chariots avec des roues tordues… Enfin!
Et puis, j'ai suivi maman dans les couloirs, et elle choisissait des choses et elle les mettait dans le chariot. Alors moi, pour que maman ne soit pas plus fâchée contre moi - ça me fait toujours une peine terrible quand maman est fâchée contre moi - j'ai décidé de l'aider et de lui faire une surprise. Alors, pendant que maman était occupée, moi aussi je mettais des tas de bonnes choses dans le chariot. Et puis, maman a dit qu'il se faisait tard et qu'on allait rentrer. Ce que je ne savais pas, c'est qu'avant de sortir, on passe devant un monsieur qui est assis derrière une caisse, qui sort du chariot toutes les choses, pour les mettre sur un comptoir, et qui fait payer. Ça, c'est pas très chouette comme truc; ils pourraient prévenir. Et puis, bien sûr, ça a fait des histoires, parce que maman a dit qu'elle n'avait pas acheté tout ça et qu'elle ne savait pas comment c'était venu dans son chariot. Et puis, elle m'a regardé avec des gros yeux, et moi je me suis mis à pleurer et j'ai dit que, comme il n'y avait pas de vendeurs, je ne savais pas qu'il fallait payer. Le monsieur à la caisse a fait un sourire, il a dit que «Bon ça va», et maman a choisi ce qu'elle voulait garder. Elle a dû se dépêcher un peu, maman, parce que les gens derrière nous commençaient à se plaindre et à dire qu'ils étaient pressés. Nous sommes sortis du magasin et j'ai vu qu'il y avait des hommes en blanc qui regardaient la roue du chariot et qui nous regardaient après. Mais ils n'ont rien dit.
Maman, elle avait l'air un peu nerveuse en entrant dans l'auto de papa; c'est pour ça, sans doute, qu'elle a eu cet accrochage avec l'autre dame qui attendait qu'on s'en aille pour se garer. Mais ce n'était pas de la faute de maman; elle avait bien mis le clignotant pour montrer qu'elle allait faire une marche arrière. À la maison, maman a été très gentille, et elle ne m'a pas grondé du tout. Mais quand papa est arrivé, elle lui a dit:
- Chéri, nous avons eu un petit accident.
J'ai eu peur qu'elle raconte à papa le coup de la roue du chariot, mais non, c'était seulement pour parler de l'auto. Et pendant que papa et maman discutaient, je me suis dit que la grande épicerie, c'est drôlement chouette! Mais moi, quand même, je préfère l'épicerie du coin. Il n'y a pas de chariots, dans l'épicerie du coin; de toute façon, il n'y aurait pas de place; mais chaque fois que j'y vais, M. Compani me donne des biscuits. Les cassés, au fond de la boîte, mais qui sont encore très bons.
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009
O licor de cassis
O creme de cassis moderno surgiu em Dijon em 1841.
Esse licor provém de uma lenta maceração em cave durante 8 a 9 semanas. Somente após esse processo é que se efetua a mistura dos sucos da maceração com o álcool.
A qualidade de um creme de cassis depende tanto da variedade das frutas utilizadas quanto da qualidade de seus bagos e do processo de fabricação.
A legislação definiu o creme de cassis de Dijon como um licor com no mínimo 15 graus de alcool, contendo 400 gramas de açucar no mínimo por litro e obriga que a maceração ocorra em Dijon. Na prática,a bebida tem um teor mais elevado (16° a 20°) e o teor de açúcar é maior que o mínimo imposto. A lei nada diz quanto ao teor das frutas. É ele que fará a diferença de qualidade entre os diferentes cremes de cassis.
O creme de cassis entra na composição do kir, 2 aperitivo prefirido dos franceses.
O Kir verdadeiro consiste em misturar 1/3 de creme de cassis de Dijon a 20 com 2/3 Bourgogne Aligoté exclusivamente.
Se for utilizado um outro vinho branco,não se trata de um kir mas de un blac-cassé(branco misturado) ou “blanc-cass”
Você sabia?
O creme de cassis é muito apreciado no Japão .Os japoneses tomam o tomam misturado com sucos cítricos ou com chá frio ou ainda água com gaz. Ele também é bebido com leite!
Variantes à base de creme de cassis
Esse licor provém de uma lenta maceração em cave durante 8 a 9 semanas. Somente após esse processo é que se efetua a mistura dos sucos da maceração com o álcool.
A qualidade de um creme de cassis depende tanto da variedade das frutas utilizadas quanto da qualidade de seus bagos e do processo de fabricação.
A legislação definiu o creme de cassis de Dijon como um licor com no mínimo 15 graus de alcool, contendo 400 gramas de açucar no mínimo por litro e obriga que a maceração ocorra em Dijon. Na prática,a bebida tem um teor mais elevado (16° a 20°) e o teor de açúcar é maior que o mínimo imposto. A lei nada diz quanto ao teor das frutas. É ele que fará a diferença de qualidade entre os diferentes cremes de cassis.
O creme de cassis entra na composição do kir, 2 aperitivo prefirido dos franceses.
O Kir verdadeiro consiste em misturar 1/3 de creme de cassis de Dijon a 20 com 2/3 Bourgogne Aligoté exclusivamente.
Se for utilizado um outro vinho branco,não se trata de um kir mas de un blac-cassé(branco misturado) ou “blanc-cass”
Você sabia?
O creme de cassis é muito apreciado no Japão .Os japoneses tomam o tomam misturado com sucos cítricos ou com chá frio ou ainda água com gaz. Ele também é bebido com leite!
Variantes à base de creme de cassis
- O cardeal base de vinho tinto forte (frequentemente Bordeaux) e de creme de cassis ( a cor lembra a cor púrpura da vestimenta do cardeal).
- O kir royal, o vinho branco é substituído por champagne.
- O kir bretão e o kir normand se preparam com cidra .
- No Médoc, utiliza-se vinho rosé no lugar de vinho branco. É o chamado"kir médocain".
Creme de papaia - Brasil
Bater no liquidificador 1 papaia maduro, sorvete de baunilha , 1 colher de sopa de creme de cassis.
Le crème de cassis
La crème de cassis moderne est apparue à Dijon en 1841.
Cette liqueur est issue d´une lente macérations em cave pendant 8 a 9 semaines.Ce n´est qu´aprés que s´effectue l e melange des jus de macération et l´alcool.
La qualité d'une crème de cassis dépend des variétés de fruits utilisées ainsi que de sa teneur en baies et de la qualité du processus de fabrication.
La législation a défini la crème de cassis de Dijon comme une liqueur devant titrer au moins 15 degrés, contenir au minimum 400 grammes de sucre par litre et impose que la macération se fasse sur la commune de Dijon. Dans la pratique actuelle, le titrage est souvent plus élevé (16° à 20°) et la teneur en sucre plus importante que le seuil imposé.
La loi reste muette sur la teneur en fruits. C'est sur cette teneur que se fera la différence de qualité entre les différentes crèmes de cassis qui existent sur le marché.
La crème de cassis entre dans la composition du kir, 2ème apéritif préféré des Français.
Le Kir –le vrai Kir consiste à melanger 1/3 de creme de cassis de Dijon à 20 o avec 2/3 Bourgogne Aligoté exclusivement.
Si on utilise un autre vin Blanc,Il ne s´ s´agit plus d´um kir mais d´un blac-cassé ou “blanc-cass”
Le saviez-vous?
La crème de cassis rencontre un vif succès au Japon. Les habitants la dégustent mélangée à des jus d'agrumes ou avec du thé froid, de l'eau pétillante...On l'y apprécie même avec du lait!
Variantes à base de creme de cassis
Cette liqueur est issue d´une lente macérations em cave pendant 8 a 9 semaines.Ce n´est qu´aprés que s´effectue l e melange des jus de macération et l´alcool.
La qualité d'une crème de cassis dépend des variétés de fruits utilisées ainsi que de sa teneur en baies et de la qualité du processus de fabrication.
La législation a défini la crème de cassis de Dijon comme une liqueur devant titrer au moins 15 degrés, contenir au minimum 400 grammes de sucre par litre et impose que la macération se fasse sur la commune de Dijon. Dans la pratique actuelle, le titrage est souvent plus élevé (16° à 20°) et la teneur en sucre plus importante que le seuil imposé.
La loi reste muette sur la teneur en fruits. C'est sur cette teneur que se fera la différence de qualité entre les différentes crèmes de cassis qui existent sur le marché.
La crème de cassis entre dans la composition du kir, 2ème apéritif préféré des Français.
Le Kir –le vrai Kir consiste à melanger 1/3 de creme de cassis de Dijon à 20 o avec 2/3 Bourgogne Aligoté exclusivement.
Si on utilise un autre vin Blanc,Il ne s´ s´agit plus d´um kir mais d´un blac-cassé ou “blanc-cass”
Le saviez-vous?
La crème de cassis rencontre un vif succès au Japon. Les habitants la dégustent mélangée à des jus d'agrumes ou avec du thé froid, de l'eau pétillante...On l'y apprécie même avec du lait!
Variantes à base de creme de cassis
- Le cardinal est à base de vin rouge fort (souvent de Bordeaux) et de crème de cassis ( sa couleur rappelle la couleur pourpre de l'habit cardinal).
- Le kir royal, où le vin blanc est remplacé par du champagne.
Le "Kir Impérial" qui se prépare avec une larme de marc de Champagne, de la crème de mure et du Champagne.
- Le kir breton et le kir normand se préparent avec du cidre.
- Dans le Médoc, on utilise souvent du rosé à la place du vin blanc. On appelle cela le "kir médocain".
Brésil - Crème de papaye
Passer au mixer papaye mûre, glace vanille, 1 cuillère à soupe de crème ou de liqueur de cassis.
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Kir Impérial,
kir normand,
kir royal,
Le saviez-vous
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
La burqa en questions
REUTERS/Toussaint KluitersCinq ans après la promulgation de la loi sur l'interdiction des signes religieux dans les écoles, un groupe de députés souhaite créer une commission d'enquête sur le port de la burqa en France. Qu'est-ce que la burqa ? Est-elle imposée par l'Islam ? LEXPRESS.fr fait le point.
Qu'est-ce que la burqa ?
Le voile, dont de nombreuses musulmanes à travers le monde se couvrent la tête, en totalité ou en partie, comporte de nombreuses versions. Elle se retrouve dans de nombreuses traditionset n'est pas forcément liée à l'islam. Le port du voile pour les femmes existe depuis l'Antiquité, par exemple chez les juifs dans la Bible et chez les Arabes bien avant l'avènement de l'islam.
La burqa est à l'origine le vêtement traditionnel des tribus pachtounes en Afghanistan. Ce long voile, bleu ou marron, couvre complètement la tête et le corps, un grillage dissimulant les yeux. Cette tenue est devenue aux yeux du monde le symbole du régime des talibans en Afghanistan, qui l'ont rendue obligatoire, mais elle est loin d'avoir disparu après leur chute.
En France, le port du niqab est plus courant que celui de la burqa. Il s'agit d'un voile sombre qui tombe jusqu'aux pieds et qui couvre le visage à l'exception des yeux.
Le port de la burqa divise l'opinion publique et les politiques. Si le port de la burqa n'est pas interdite en France, le débat resurgit sporadiquement. Déjà en avril dernier, à Lyon, un logement social avait été refusé à une famille car l'épouse portait la burqa.
En octobre 2008, la Halde (Haute autorité de lutte contre les discriminations et pour l'égalité) avait également jugé non discriminant le fait de refuser l'accès aux cours de français organisés pour favoriser l'intégration des immigré aux femmes musulmanes portant la burqa. La polémique est donc loin d'être refermée.
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